ARTIGO 2
Artigo
2- Revitalização do Ambiente Escolar: uma ação do PIBID
CAMILA RICHTER
O artigo comenta sobre
uma parceria entre a Universidade (UFFS) e uma escola pública do município de
Cerro Largo/RS e teve como foco principal o retorno duplo do aprendizado
adquirido em sala de aula, ou seja, dos responsáveis pela atividade realizada
no decorrer do artigo. O projeto de intervenção com ações praticadas pelo PIBID
da UFFS focou-se nos discentes do 6° ano ao 9° ano da referida escola pública.
O tema trabalhado foi: Qualidade
de vida e revitalização do espaço escolar, o qual busca a conscientização dos
alunos sobre o cuidado com o ambiente escolar. Além disso, tornar a escola mais
atrativa esteticamente, mais agradável e aconchegante, fazendo com que os
alunos vivenciem as mudanças propostas. O intuito desse projeto foi o de
conscientizar, sensibilizar, integrar, promover a interdisciplinaridade e deixar
impresso na comunidade escolar os benefícios de viver de forma ecologicamente
correta.
Foram proporcionadas
atividades que tornaram mais agradável o ambiente, tendo em vista a boa
acomodação dos discentes. Dentre as atividades, buscou-se incentivar os alunos
a uma prática de educação ambiental onde os mesmos tiveram a oportunidade de
materializar seus conhecimentos teóricos, de forma prática e lúdica.
Houve, inicialmente, a
aplicação de uma dinâmica, aula expositiva dialogada (trabalhando conceitos) e
produção de cartazes informativos. Posteriormente, ocorreu a criação de uma
composteira, para que o húmus proveniente desta fosse utilizado na horta
sustentável que foi elaborada.
No entorno da escola
ocorreu o plantio de mudas nativas e árvores frutíferas. Foram criados jardins utilizando pneus
usados, os quais foram lavados e pintados, bem como a quadra esportiva da
escola. Para finalizar, houve uma socialização entre os alunos, em que ocorreu
a apresentação dos cartazes e apresentação do documentário Ilha das Flores.
O projeto foi bem
aceito pela comunidade escolar, embora alguns professores tenham mantido algum
certo tipo de resistência em colaborar com as atividades. Da parte dos alunos
foi muito bem recebido e desfrutado, gerando bons frutos até o presente
momento, com o uso de produtos da horta, estudo de chás medicinais e o
embelezamento do ambiente, tornando-o mais agradável e revitalizado.
Assim, buscou-se que
toda a comunidade escolar se sentisse engajada e responsabilizada pelo cuidado
com o ambiente escolar e seu entorno, o que foi alcançado, uma vez que o
ambiente foi reconhecido como um lugar que lhes pertence, como se fosse sua
própria casa.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Secretaria de Educação
Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: meio ambiente saúde. Brasília:
Secretaria de Educação Fundamental, 1997.
DIAS, Genebaldo Freire. Educação
Ambiental: Princípios e Práticas. 7.ed. São Paulo: Gaia, 2001.
PAIXÃO, A. M. Atividades em campo como
estratégias na aprendizagem significativa em Educação Ambiental. Canoas. 2005,
p. 18. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/detalheObraform.do?select.action=&coobra=25623.
Acesso em:16jun.2016.
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